DEEP LINKING

app

Imagine que você esteja usando o WhatsApp e alguém sugira comprar passagens por um aplicativo de viagens.
Se estiver interessado na dica, o que você faz?
Precisa sair do WhatsApp, entrar na loja de aplicativos, procurar o de viagens, baixar, instalar e, finalmente, ter acesso ao que procura.
Mesmo que você já tivesse o aplicativo instalado, seria impossível “pular” de um para o outro.
Repare bem: a maioria dos aplicativos funciona de maneira isolada, cada um no seu canto.
É uma estrutura muito diferente da que encontramos na Web.
Lá, a coisa mais comum é ir de um site para o outro por meio dos links.
Também há conexão entre os aplicativos e a web mas, por incrível que pareça, não entre eles.
Essa é uma das próximas fronteiras a serem desbravadas, o chamado “deep linking”.
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Criar conexões internas entre aplicativos parece bobo, mas não é tão simples assim.
Exige esforço conjunto das empresas (muitas delas rivais) para construir uma linguagem comum e permitir o acesso entre um e outro.
Ao mesmo tempo, é algo fundamental para a sobrevivência de quem trabalha com aplicativos.
O mundo é cada vez mais móvel, mais App e menos Web.
Desde 2013 as vendas de smartphones, no Brasil, superam as dos celulares tradicionais.
Em média, passamos duas horas e meia diante do aparelho e, em 80% do tempo, usamos algum aplicativo.
A criação de links entre Apps é só primeiro passo.
Depois será preciso conectar tudo à “internet das coisas”.
Trabalho duro pra 2015.

(Rafael Coimbra)

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